Já poderia ter escrito este post a vários meses mas mesmo assim continua muito valido.
Tenho um portátil que poucos meses depois da garantia ter terminado avariou-se, o window$ quando arrancava passados alguns minutos desligava-se muitas das vezes nem chegava a fazer o login. Usando um Linux live CD's notei que quando estava a iniciar segundos após o arranque aparecia a mensagens de que o processador tinha excedido os limites máximos de temperatura e que este ia se desligar, tal como acontecia em $. Com o conhecimento de qual era o problema enviei então o portátil para reparação, e por duas vezes, da primeira disseram que não tinha nenhum problema (durou menos de uma semana até voltar a acontecer), da segunda vez disseram-me que o disco tinha ido á vida e também a Motherboard, o preço era equivalente ao de um portátil novo.
Lembrei-me então que quando se inicia o linux, na linha de comandos do Grub existem vários parâmetros que se podem passar para o kernel, com muito pouco esforço para encontrar uma opção que pudesse tornar uma máquina inutilizada de volta num PC, encontrei:
acpi=off
e tinha então o velho portátil de volta, com quase todas as funcionalidades, o relógio, os sensores de temperatura e todos os outro sensores de hardware não são detectados, tenho também de o desligar no botão depois de fazer o shutdown.
Mas neste caso pouco importa funciona muito bem em todos os outros aspectos.
É nos pequenos pormenores que se distingue a grande qualidade do Linux.
Nota: esta é uma experiência pessoal e verídica da qual não estou a ser pago para descrever :-)
Coisas
Knowledge to share.
terça-feira, 14 de abril de 2009
domingo, 1 de fevereiro de 2009
2009
Bom ano para todos. (Mais vale tarde do que nunca).
Ultimamente tenho tido pouco tempo e muito pouca disposição para escrever. Tudo isto porque o Bernardo tem ocupado muito desse tempo.

Fica então aqui um pequeno update feito ao post:
Ultimamente tenho tido pouco tempo e muito pouca disposição para escrever. Tudo isto porque o Bernardo tem ocupado muito desse tempo.

Fica então aqui um pequeno update feito ao post:
Instalar o compilador de D em vários sistemas operativos.
sexta-feira, 5 de dezembro de 2008
Desafio
Resolvi aproveitar o pouco do tempo que tive hoje para meditar em algo. Fica aqui a minha resposta ao teu desafio.
Os "Ukurralle - Os Sardões Também Amam":
1) És homem ou mulher? Basicamente sou mongo...
2) Descreve-te: Juca o pastor
3) O que as pessoas acham de ti? Teni, um homem sem sorte
4) Como descreves o teu último relacionamento: Marrei! (contra um poste de cimento)
5) Descreve o estado actual da tua relação: Amo-te bue!
6) Onde querias estar agora? Estou no Telhal
7) O que pensas a respeito do amor? Carrinha de caixa aberta
8) Como é a tua vida? O picnic
9) O que pedirias se pudesses ter só um desejo? Agora aguenta!
10) Escreve uma frase sábia: Os animais tem orelhas
Os "Ukurralle - Os Sardões Também Amam":
1) És homem ou mulher? Basicamente sou mongo...
2) Descreve-te: Juca o pastor
3) O que as pessoas acham de ti? Teni, um homem sem sorte
4) Como descreves o teu último relacionamento: Marrei! (contra um poste de cimento)
5) Descreve o estado actual da tua relação: Amo-te bue!
6) Onde querias estar agora? Estou no Telhal
7) O que pensas a respeito do amor? Carrinha de caixa aberta
8) Como é a tua vida? O picnic
9) O que pedirias se pudesses ter só um desejo? Agora aguenta!
10) Escreve uma frase sábia: Os animais tem orelhas
segunda-feira, 24 de novembro de 2008
Documentação para D.
[UPDATE] Conteúdo migrado para nova localização e actualizado.
Este não é na minha opinião um dos pontos fortes, apesar de toda a documentação necessária estar disponível.
O site mais indicado para ter como referencia ou para exemplos
- dsource.org/projects/tutorials/wiki
Site oficial da linguagem e do compilador dmd, é também o sitio com mais documentação para as diferentes versões da linguagem
- www.digitalmars.com/d/1.0/index.html
- www.digitalmars.com/d/2.0/index.html
Tutoriais
- compsci.ca
- wiki4d
E alguns livros
- wiki4d/Books and Papers
Este não é na minha opinião um dos pontos fortes, apesar de toda a documentação necessária estar disponível.
O site mais indicado para ter como referencia ou para exemplos
- dsource.org/projects/tutorials/wiki
Site oficial da linguagem e do compilador dmd, é também o sitio com mais documentação para as diferentes versões da linguagem
- www.digitalmars.com/d/1.0/index.html
- www.digitalmars.com/d/2.0/index.html
Tutoriais
- compsci.ca
- wiki4d
E alguns livros
- wiki4d/Books and Papers
domingo, 23 de novembro de 2008
Instalar o compilador de D em vários sistemas operativos.
[UPDATE] Conteúdo migrado para nova localização e actualizado.
Nestes últimos tempos comecei a utilizar a linguagem D. Decidi partilhar então os meus apontamentos de como instalar os compiladores e algumas das livrarias.
O software a instalar para poder programar nesta linguagem é o seguinte
Compiladores:
DMD - Este é o compilador chamado de oficial porque é criado pela mesma pessoa e equipa que desenvolve a linguagem. Existem duas versões uma estável e a outra ainda não, mas as alterações nesta última versão são muitas e tornam a linguagem mais poderosa. Resta esclarecer que as duas versões do compilador correspondem também a duas versões diferentes da linguagem, sendo a segunda a ultima versão e a que esta sujeita a mais alterações ainda não sendo considerada pronta para produção.
GDC - Muito desactualizado. Uma implementação que tem como base o GCC. Versão 1 da linguagem.
LDC - Ainda em fase de desenvolvimento, funciona já em algumas plataformas (x86-32 linux e x86-64 linux). Este compilador usa o llvm como base. Versão 1 da linguagem.
Livrarias:
Phobos - A livraria que vem por defeito com o compilador DMD. Existe também para o GDC. Disponível para as versões 1 e 2 da linguagem.
Tango - Geralmente a preferida para grandes aplicações. Só disponível para a versão 1.
Estas duas livrarias não são compatíveis entre si. Isto significa que não é possível criar um programa que use as duas ao mesmo tempo.
Build tools:
DSSS - É para os programas em d o que o make é para os programas em c/c++. Além da simplicidade de configuração dos ficheiros para compilar o programa, o DSSS possibilita a instalação de novas livrarias para o compilador a partir da internet e também permite gerar a documentação do programa que estamos a criar.
Como instalar e o que instalar.
Em Windows:
Compilador oficial da linguagem (DMD), onde podemos obter as várias versões.
Ou alternativamente podemos obter com o script dmd0xf a versão estável (versão1) e outras livrarias. Para isso descompactar e correr o executável que se encontra no arquivo dmd0xf.7z. Este script pode ser corrido posteriormente para fazer o update dos componentes instalados (dmd | dsss | Tango).
Em Debian/Ubuntu:
O front end GDC está já disponível nestas duas distribuições.
Um novo repositório e novas instruções podem ser encontradas no site da livraria Tango, aqui estão disponiveis pacotes para o DMD, Tango e DSSS.
Outro repo que continua activo mas as versões do software começam a ficar desactualizadas.
Para instalar outras livrarias e o compilador oficial, seguir as instruções para adicionar às sources e instalar a partir do blog de codeblog.palos.ro. Neste blog podemos encontrar também outras informações sobre este repositório. Os programas disponíveis são o DMD, Tango, Dsss e Tangobos. A grande vantagem deste repositório é a de que sendo algumas destas livrarias incompatíveis entre si é possível utilizar todas facilmente porque são fornecidos pelos dsss scripts que permitem usar uma livraria sem ter problemas com as outras.
Em Gentoo:
Esta distribuição já fornece os compiladores DMD e GDC. Um pequeno truque tem de ser feito para instalar o gdc, primeiro temos de instalar a versão correspondente do gcc-4.1.2 sem a USE FLAG D, só depois se pode fazer o enable desta flag e usando esta versão do compilador compilar tudo novamente já com D.
Existe também um repositorio para o "layman", onde se pode encontrar as últimas versões do compilador DMD e o novo compilador LDC.
Instruções rápidas para o layman:
Adicionar ao ficheiro /etc/layman/layman.conf em overlays o repositório:
http://www.assembla.com/spaces/d-overlay/documents/cz9H9wXLqr3B6oab7jnrAJ/download?filename=local-layman-list.xml
Depois executar na linha de comandos:
#layman -a d-overlay
#emerge -va dmd-bin dmd-common eselect-dmd tango
e assim teremos a versão 1 do DMD. Além do já referido LDC existem também pacotes para a versão 2 do DMD. Para compilar o LDC temos ainda de adicionar no layman o repo "gnustep" que fornece o ebuild do llvm.
Nestes últimos tempos comecei a utilizar a linguagem D. Decidi partilhar então os meus apontamentos de como instalar os compiladores e algumas das livrarias.
O software a instalar para poder programar nesta linguagem é o seguinte
Compiladores:
DMD - Este é o compilador chamado de oficial porque é criado pela mesma pessoa e equipa que desenvolve a linguagem. Existem duas versões uma estável e a outra ainda não, mas as alterações nesta última versão são muitas e tornam a linguagem mais poderosa. Resta esclarecer que as duas versões do compilador correspondem também a duas versões diferentes da linguagem, sendo a segunda a ultima versão e a que esta sujeita a mais alterações ainda não sendo considerada pronta para produção.
GDC - Muito desactualizado. Uma implementação que tem como base o GCC. Versão 1 da linguagem.
LDC - Ainda em fase de desenvolvimento, funciona já em algumas plataformas (x86-32 linux e x86-64 linux). Este compilador usa o llvm como base. Versão 1 da linguagem.
Livrarias:
Phobos - A livraria que vem por defeito com o compilador DMD. Existe também para o GDC. Disponível para as versões 1 e 2 da linguagem.
Tango - Geralmente a preferida para grandes aplicações. Só disponível para a versão 1.
Estas duas livrarias não são compatíveis entre si. Isto significa que não é possível criar um programa que use as duas ao mesmo tempo.
Build tools:
DSSS - É para os programas em d o que o make é para os programas em c/c++. Além da simplicidade de configuração dos ficheiros para compilar o programa, o DSSS possibilita a instalação de novas livrarias para o compilador a partir da internet e também permite gerar a documentação do programa que estamos a criar.
Como instalar e o que instalar.
Em Windows:
Compilador oficial da linguagem (DMD), onde podemos obter as várias versões.
Ou alternativamente podemos obter com o script dmd0xf a versão estável (versão1) e outras livrarias. Para isso descompactar e correr o executável que se encontra no arquivo dmd0xf.7z. Este script pode ser corrido posteriormente para fazer o update dos componentes instalados (dmd | dsss | Tango).
Em Debian/Ubuntu:
O front end GDC está já disponível nestas duas distribuições.
Um novo repositório e novas instruções podem ser encontradas no site da livraria Tango, aqui estão disponiveis pacotes para o DMD, Tango e DSSS.
Outro repo que continua activo mas as versões do software começam a ficar desactualizadas.
Para instalar outras livrarias e o compilador oficial, seguir as instruções para adicionar às sources e instalar a partir do blog de codeblog.palos.ro. Neste blog podemos encontrar também outras informações sobre este repositório. Os programas disponíveis são o DMD, Tango, Dsss e Tangobos. A grande vantagem deste repositório é a de que sendo algumas destas livrarias incompatíveis entre si é possível utilizar todas facilmente porque são fornecidos pelos dsss scripts que permitem usar uma livraria sem ter problemas com as outras.
Em Gentoo:
Esta distribuição já fornece os compiladores DMD e GDC. Um pequeno truque tem de ser feito para instalar o gdc, primeiro temos de instalar a versão correspondente do gcc-4.1.2 sem a USE FLAG D, só depois se pode fazer o enable desta flag e usando esta versão do compilador compilar tudo novamente já com D.
Existe também um repositorio para o "layman", onde se pode encontrar as últimas versões do compilador DMD e o novo compilador LDC.
Instruções rápidas para o layman:
Adicionar ao ficheiro /etc/layman/layman.conf em overlays o repositório:
http://www.assembla.com/spaces/d-overlay/documents/cz9H9wXLqr3B6oab7jnrAJ/download?filename=local-layman-list.xml
Depois executar na linha de comandos:
#layman -a d-overlay
#emerge -va dmd-bin dmd-common eselect-dmd tango
e assim teremos a versão 1 do DMD. Além do já referido LDC existem também pacotes para a versão 2 do DMD. Para compilar o LDC temos ainda de adicionar no layman o repo "gnustep" que fornece o ebuild do llvm.
sexta-feira, 26 de setembro de 2008
Oh Magalhães...
A minha opinião sobre toda esta iniciativa sempre foi muito reservada até ver o preço (280€), as especificações do software e o facto de este vir só com dual boot.
Mais uma vez o governo vez o jeitinho as empresas e passou a perna em todos os tugas vulgo Zé's povinhos. Ao ver o vídeo da Exame informatica, deu para juntar as peças do puzzle.
Vejam as especificações de software e as de hardware.
O portátil vem com o Office 2007, questiono-me qual será a vantagem para os estudantes terem a ultima versão do office, a não ser mais uma acha para o preço ser tão alto. Os alunos que vão comprar maioritariamente vão seguir as indicações da entidade governo ou dos professores. E estes supostamente deveriam ter por objectivo recomendar e criar as ferramentas mais indicadas para o ensino em concordância com a idade. O facto de trazer a ULTIMA versão Office num PC para crianças faz pensar num plano maquiavélico por parte do governo que quer treinar as crianças logo desde que elas entram na escola para que mais tarde possa por todas nas salas de aula a carregar dados numa folha excel para beneficio das grandes companhias. será? pode ser, eu acredito que tenho uma imaginação muito fértil:-)
Para os alunos só existe uma alternativa mas isso justifica-se porque o preço comparticipado pelo estado é baixo. Mesmo assim não me agrada saber que de antemão as indicações escolhidas para essa ferramenta de estudo foram as que só favorecem as empresas tornando o produto muito caro.
Supostamente para os alunos aquilo é um objecto de auxilio ao estudo, quem desenhou/seleccionou o software deveria ter tido este facto em conta e o facto de que o governo Português paga todos estes extras com o dinheiro dos contribuintes. Ora eu não ficaria nada surpreendido se se viesse a saber que o governo pediu esta tarefa a uma dessas empresas e que só lhe foi apresentada uma solução a qual ele(Governo Português), aceitou alegremente.
Fica assim o computador feito em Portugal mais caro ou tão caro como outros feitos no estrangeiro. E venderem só com dual boot significa para quem quiser comprar que não vai haver uma versão mais barata, o que como é óbvio convém aos interesses da outra empresa que produz o sistema operativo a micro$oft, que assim vê garantido a sua comissão em todas as vendas.
Serve este post para deixar aqui bem explicito a revolta com mais um dos show off que este governo tem feito.
Mais uma vez o governo vez o jeitinho as empresas e passou a perna em todos os tugas vulgo Zé's povinhos. Ao ver o vídeo da Exame informatica, deu para juntar as peças do puzzle.
Vejam as especificações de software e as de hardware.
O portátil vem com o Office 2007, questiono-me qual será a vantagem para os estudantes terem a ultima versão do office, a não ser mais uma acha para o preço ser tão alto. Os alunos que vão comprar maioritariamente vão seguir as indicações da entidade governo ou dos professores. E estes supostamente deveriam ter por objectivo recomendar e criar as ferramentas mais indicadas para o ensino em concordância com a idade. O facto de trazer a ULTIMA versão Office num PC para crianças faz pensar num plano maquiavélico por parte do governo que quer treinar as crianças logo desde que elas entram na escola para que mais tarde possa por todas nas salas de aula a carregar dados numa folha excel para beneficio das grandes companhias. será? pode ser, eu acredito que tenho uma imaginação muito fértil:-)
Para os alunos só existe uma alternativa mas isso justifica-se porque o preço comparticipado pelo estado é baixo. Mesmo assim não me agrada saber que de antemão as indicações escolhidas para essa ferramenta de estudo foram as que só favorecem as empresas tornando o produto muito caro.
Supostamente para os alunos aquilo é um objecto de auxilio ao estudo, quem desenhou/seleccionou o software deveria ter tido este facto em conta e o facto de que o governo Português paga todos estes extras com o dinheiro dos contribuintes. Ora eu não ficaria nada surpreendido se se viesse a saber que o governo pediu esta tarefa a uma dessas empresas e que só lhe foi apresentada uma solução a qual ele(Governo Português), aceitou alegremente.
Fica assim o computador feito em Portugal mais caro ou tão caro como outros feitos no estrangeiro. E venderem só com dual boot significa para quem quiser comprar que não vai haver uma versão mais barata, o que como é óbvio convém aos interesses da outra empresa que produz o sistema operativo a micro$oft, que assim vê garantido a sua comissão em todas as vendas.
Serve este post para deixar aqui bem explicito a revolta com mais um dos show off que este governo tem feito.
Avante Komunix 2008
Este ano estive pela primeira vez na festa do avante.
Como não podia deixar de ser adquiri o DVD com o famoso Komunix, junto com este foi-me também oferecido um panfleto com "algumas notas sobre o sector das" TIC, criado para um debate em 2007.
Este documento com 11 paginas mostra que o grupo das TIC do PCP está informado sobre as condições de trabalho e a precariedade dos sector da informática, o software livre, DRM, WEB 2.0 e consciente sobre os formatos dos documentos, entre outros tópicos. Vêm também denunciadas algumas situações patrocinadas pelos governantes, como por exemplo "a aquisição de licenças de software proprietário é feita sem concurso publico, apenas com a 'renovação' de acordos". Por fim tem uma lista com algumas das propostas feitas pelo PCP.
Do espaço podem ver fotos no forum www.forumdeinformatica.net. Não joguei ao jogo anunciado (Comuna Quiz) tive só a oportunidade de espreitar alguém a jogar. Todos os pc's tinham instalado o Komunix.
O DVD vem com o Komunix v5.0 ( ubuntu ), e o AlterCD ( aplicações livres para window$ ). Podem descarregar neste outro blog LiberdadeGrafica ( KOMUNIX 5.0 - O UBUNTU PORTUGUÊS ) o torrent deixado por um anónimo. Posso dizer que horas após ter sido disponibilizado ele já foi descarregado por Alemães, Polacos, Franceses e um Chinês :-)
Fica aqui a imagem de fundo.

Tentei procurar na Internet por mais informações sobre esta distribuição, e tudo o que consegui encontrar foi um comentário a um post do ano passado no blog TuxVermelho. No site e nas comunicações do PCP existem varias referencias ao Komunix mas não existe nem sequer um site ou uma página a ele dedicada.
Quanto à distribuição das iso's, elas têm sido feitas noutros anos por pessoas que adquiriram o CD. Fica este ano a contribuição.
Como não podia deixar de ser adquiri o DVD com o famoso Komunix, junto com este foi-me também oferecido um panfleto com "algumas notas sobre o sector das" TIC, criado para um debate em 2007.
Este documento com 11 paginas mostra que o grupo das TIC do PCP está informado sobre as condições de trabalho e a precariedade dos sector da informática, o software livre, DRM, WEB 2.0 e consciente sobre os formatos dos documentos, entre outros tópicos. Vêm também denunciadas algumas situações patrocinadas pelos governantes, como por exemplo "a aquisição de licenças de software proprietário é feita sem concurso publico, apenas com a 'renovação' de acordos". Por fim tem uma lista com algumas das propostas feitas pelo PCP.
Do espaço podem ver fotos no forum www.forumdeinformatica.net. Não joguei ao jogo anunciado (Comuna Quiz) tive só a oportunidade de espreitar alguém a jogar. Todos os pc's tinham instalado o Komunix.
O DVD vem com o Komunix v5.0 ( ubuntu ), e o AlterCD ( aplicações livres para window$ ). Podem descarregar neste outro blog LiberdadeGrafica ( KOMUNIX 5.0 - O UBUNTU PORTUGUÊS ) o torrent deixado por um anónimo. Posso dizer que horas após ter sido disponibilizado ele já foi descarregado por Alemães, Polacos, Franceses e um Chinês :-)
Fica aqui a imagem de fundo.

Tentei procurar na Internet por mais informações sobre esta distribuição, e tudo o que consegui encontrar foi um comentário a um post do ano passado no blog TuxVermelho. No site e nas comunicações do PCP existem varias referencias ao Komunix mas não existe nem sequer um site ou uma página a ele dedicada.
Quanto à distribuição das iso's, elas têm sido feitas noutros anos por pessoas que adquiriram o CD. Fica este ano a contribuição.
segunda-feira, 11 de agosto de 2008
Qual a GUI certa para todos...?
- A intenção
É aplicar o esforço para aprender algo que posteriormente poderá ser usado numa grande diversidade de sítios ( arquitecturas ).
- As ferramentas
Ultimamente tenho aproveitado, o pouco do tempo que tenho para determinar qual seria a linguagem a apostar, para um novo projecto.
Reduzi então a minha escolha a duas linguagens D e Python, por motivos óbvios para mim.
* Como ponte forte em ambas o código e a facilidade de o manter mais tarde;
* Uma grande comunidade online e os vários projectos já existentes;
* A simplicidade destas, que permite concentrar na estrutura do programa ao invés da estrutura da linguagem.
De lado ficam todas as outras. Simplesmente porque na minha opinião poucas outras linguagens tem um código tão fácil de escrever e ler, nada de "var", "$" e outros símbolos parecidos. As comunidades que as suportam. Os compiladores e as plataformas onde são suportadas. Last but not least, as empresas que criaram, suportam e patrocinam. Espero poder manter este luxo por muito tempo.
De fora ficam também linguagens como o C e o C++, o C principalmente por não ser uma linguagem orientada por objectos e o C++ pelas suas particularidades esquisitas como usar-se ";" em todo o código excepto nos includes e funções e depois temos de usar quando declaramos uma classe. O facto de ter de se manter dois ficheiros um com as declarações e outro com o código, também não ajuda. Basicamente nunca seduziram.
- Vamos aos factos
Widgets (?Livrarias?), para desenvolvimento gráfico GUI nas linguagens:
* D - gtkD;
* Python - pyGTK, pyQT e pyKDE;
Plataformas e as livrarias disponíveis:
* Linux, Window$ e M@c - GTK, QT;
* Maemo - GTK, QT;
* OpenMoko - GTK, Qtopia.
Para as plataformas móveis simplesmente procurei informação para as distribuições oficiais. Existem várias para cada uma delas, suponho que as oficiais tenham mais suporte.
Pode-se então dizer que as duas livrarias gráficas existem em todos os meios, o grande factor de decisão deverá ser a escolha da linguagem de programação.
Nota:
Tenho também de admitir que sou um utilizador de KDE, e por isso a minha opinião sobre qual e' a melhor tem tendência a cair para um determinado lado. Não gosto muito de alguns pormenores no GTK por exemplo em termos de aspecto das aplicações, ou o menu de "save" mas em termos de código e bastante aceitável e deve ter uma curva de aprendizagem não muito acentuada. O que me preocupa em relação ao GNOME 'e o facto de no desktop este cada vez depender mais do Mono, pelo que li ainda 'e possível ter um sistema GNOME sem Mono mas perdem-se algumas funcionalidade, até mesmo no Evolution email. Estes são factores que pesam na escolha do GTK, e o tornam objecto a evitar.
Android = Java. Que azar.
- A minha opinião
O suporte para QT em D e' inexistente. Parece-me então que se quero usar QT a melhor opção e' mesmo o Python. Ou então o C++(Não me parece).
No final e por ter perdido algum tempo a escrever e a buscar factos a sensação inicial de que o GTK, dominava e era o único existente em todas as plataformas, mudou. Porque comecei o 'post'? Por ter tido uma percepção inicial diferente, e publico para que sirva de referencia a outros.
É aplicar o esforço para aprender algo que posteriormente poderá ser usado numa grande diversidade de sítios ( arquitecturas ).
- As ferramentas
Ultimamente tenho aproveitado, o pouco do tempo que tenho para determinar qual seria a linguagem a apostar, para um novo projecto.
Reduzi então a minha escolha a duas linguagens D e Python, por motivos óbvios para mim.
* Como ponte forte em ambas o código e a facilidade de o manter mais tarde;
* Uma grande comunidade online e os vários projectos já existentes;
* A simplicidade destas, que permite concentrar na estrutura do programa ao invés da estrutura da linguagem.
De lado ficam todas as outras. Simplesmente porque na minha opinião poucas outras linguagens tem um código tão fácil de escrever e ler, nada de "var", "$" e outros símbolos parecidos. As comunidades que as suportam. Os compiladores e as plataformas onde são suportadas. Last but not least, as empresas que criaram, suportam e patrocinam. Espero poder manter este luxo por muito tempo.
De fora ficam também linguagens como o C e o C++, o C principalmente por não ser uma linguagem orientada por objectos e o C++ pelas suas particularidades esquisitas como usar-se ";" em todo o código excepto nos includes e funções e depois temos de usar quando declaramos uma classe. O facto de ter de se manter dois ficheiros um com as declarações e outro com o código, também não ajuda. Basicamente nunca seduziram.
- Vamos aos factos
Widgets (?Livrarias?), para desenvolvimento gráfico GUI nas linguagens:
* D - gtkD;
* Python - pyGTK, pyQT e pyKDE;
Plataformas e as livrarias disponíveis:
* Linux, Window$ e M@c - GTK, QT;
* Maemo - GTK, QT;
* OpenMoko - GTK, Qtopia.
Para as plataformas móveis simplesmente procurei informação para as distribuições oficiais. Existem várias para cada uma delas, suponho que as oficiais tenham mais suporte.
Pode-se então dizer que as duas livrarias gráficas existem em todos os meios, o grande factor de decisão deverá ser a escolha da linguagem de programação.
Nota:
Tenho também de admitir que sou um utilizador de KDE, e por isso a minha opinião sobre qual e' a melhor tem tendência a cair para um determinado lado. Não gosto muito de alguns pormenores no GTK por exemplo em termos de aspecto das aplicações, ou o menu de "save" mas em termos de código e bastante aceitável e deve ter uma curva de aprendizagem não muito acentuada. O que me preocupa em relação ao GNOME 'e o facto de no desktop este cada vez depender mais do Mono, pelo que li ainda 'e possível ter um sistema GNOME sem Mono mas perdem-se algumas funcionalidade, até mesmo no Evolution email. Estes são factores que pesam na escolha do GTK, e o tornam objecto a evitar.
Android = Java. Que azar.
- A minha opinião
O suporte para QT em D e' inexistente. Parece-me então que se quero usar QT a melhor opção e' mesmo o Python. Ou então o C++(Não me parece).
No final e por ter perdido algum tempo a escrever e a buscar factos a sensação inicial de que o GTK, dominava e era o único existente em todas as plataformas, mudou. Porque comecei o 'post'? Por ter tido uma percepção inicial diferente, e publico para que sirva de referencia a outros.
segunda-feira, 23 de junho de 2008
Curiosidades.
Porque os anos vão passando...
Fotos com consolas antigas das várias décadas de 70, 90 e 2000. Tantos anos depois é engraçado rever e conhecer outras.
Uma historias fascinante de uma das conhecidas marcas de consolas. A Amiga. São já varios os capítulos, todos muitos interessantes e um marco na historia das TI.
E alguns sites com jogos.
Fotos com consolas antigas das várias décadas de 70, 90 e 2000. Tantos anos depois é engraçado rever e conhecer outras.
Uma historias fascinante de uma das conhecidas marcas de consolas. A Amiga. São já varios os capítulos, todos muitos interessantes e um marco na historia das TI.
E alguns sites com jogos.
Subscrever:
Mensagens (Atom)